Denúncias Lógicas

Euforia Exacerbada por Números Altos e Grandeza

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  Comportamento Exacerbado por Números Altos Luciano Leite Galvão: Como se poderia nomear uma pessoa que sente um entusiasmo exagerado por números elevados e grandes construções, a ponto de desprezar valores e estruturas menores? Essa pessoa deseja ter grande valor e demonstra repulsa por números pequenos, tratando-os como insignificantes. No cotidiano, busca sempre alcançar resultados expressivos, independentemente de justificativas matemáticas ou científicas. Caso perceba que drogas podem gerar altos valores, ela se deixa corromper imediatamente diante da oportunidade. Se um corrupto lhe propõe uma lei para aumentar seu salário, não hesita em se envolver. A lógica e a ciência são ignoradas para priorizar cifras elevadas. Embora o termo "aporofobia" seja conhecido, ele não traduz bem essa aversão irracional a números baixos e a exaltação por resultados grandiosos. Se você sugerir que uma casa de 360m² é ampla, ela considerará insuficiente — só se satisfaz com imóveis de 70...

Importunação Sexual - O Crime das Gerações Passadas

 

Importunação sexual


Esse crime é típico das gerações passadas fruto da cultura do homem dominador


Este crime é atual também, porque muita gente se acha galanteador ou sedutor e ousa invadir o espaço das outras pessoas com alguma forma de assédio. E essa definição crime segue a mesma linha da perturbação do sossego, porém define muito bem o que as pessoas não podem fazer: não pode tocar ou assediar procurando causar sensação de estar perseguido por outra pessoa. Dos dois um ou em ambos: a pessoa pode ser enquadrada na perseguição obsessiva por causar a sensação de estar sendo perseguido; pode se enquadrar no ato de assédio por toques indevidos em outras pessoas ou pode ser enquadrados em ambos se ficar perseguindo e tocando outras pessoas sem o consentimento. A lei é contra o ATREVIMENTO. 

No passado, ninguém ligava para essa situação. Eu mesmo fui criado sob a condição de viver com atrevidos e importunadores inclusive praticando isso, nem eu estava livre da importunação e nem ninguém, era toma lá, dá cá. As únicas pessoas que eu vi estarem livre e ainda sim com ressalvas, eram os crentes que não assistiam televisão e que chamavam os pais de senhor com uma obediência incrível, inclusive tinham horário para brincar. O nosso meio infantil da década de 80 e 90 era de brincadeiras que envolviam a sexualidade, era a época da banheira do Gugu e dos atrevimentos televisivos deliberado. Eu quero ver quem nasceu nessa época se alguém consegue negar que tanto na TV quanto onde morava estava longe do assédio, do atrevimento e da importunação. Do nada, a gente levava uma dedada no cu. A situação era descarada e não éramos criminosos por causa disso.

Atualmente e principalmente depois da primeira década do terceiro milênio é que o conceito de importunação se tornou ATIVO, válido e com campanhas para ser combatido. O número de pessoas que se criam voltadas para serem assediadoras ou fazerem brincadeiras que envolve a sexualidade vai diminuir com o tempo. E na minha previsão quem vai fazer a virada cultural contra a importunação sexual, são as crianças que estão nascendo hoje e que na idade adulta vão saber educar os filhos para não serem importunadores. A mudança comportamental de fato, é uma coisa que demora de 30 para 60 anos para resolver, envolver 2 ou 3 gerações. E lá por volta do ano 2100, nós vamos lembrar dos crimes sexuais exatamente como a gente se lembra da escravidão. A humanidade passa por um refinamento de comportamento e é uma etapa que envolve países com leis que não são oportunas para fazer existir a ilibação sexual. Enquanto um país se torna lícito nessa questão, outro ainda tem essa prática de se exibir e assediar. Nós vivemos num mundo dos ATREVIDOS e isso vai demorar para passar.

Conclusão

Aplique a lei e não persiga, não assedie e não toque. Esse comportamento é banido por lei. Se quiser algo com alguém converse licitamente com a pessoa e não insista se a pessoa não desejar a companhia. É coisa de narcisista querer impor a aproximação e se achar um dominador. Respeite o direcionamento que a conversa livre propor.

 Quem mora em cidade pequena pode não ver muito problema nessa questão porque trata-se de uma maioria íntima com quem está acostumado a fazer isso, mas isso em cidade grande vira um inferno do capeta. No dia em que uma pessoa de cidade pequena for morar numa cidade grande e tomar uma aproximação de um estranho vai descobrir o valor de não perseguir, não assediar e não tocar.

Aprenda a criar o respeito pelo espaço dos outros.

>>> Brasileiro sempre foi criado com brincadeiras de ordem sexual e é por esse motivo que a lei evoluiu para o não encostar.

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