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Saúde e Cibersegurança: Por que a IA deve ser uma "Máquina Generativa"?

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  Saúde e Cibersegurança: Por que a IA deve ser uma "Máquina Generativa"? Por [Luciano Leite Galvão / Denúncias Lógicas] Enquanto o mundo discute a capacidade de processamento das Inteligências Artificiais, o Canadá através da Câmara dos Comuns levanta uma bandeira vermelha que deveria ser prioridade global: a segurança psicológica dos usuários. O debate não é mais apenas sobre dados, mas sobre saúde mental. Quando uma IA é treinada obsessivamente para imitar o comportamento humano — a chamada mimese —, o resultado pode cruzar a linha da utilidade e entrar no território da toxicidade. É hora de programadores e legisladores mudarem o paradigma. Precisamos deixar de focar na "Inteligência Artificial" (um termo que antropomorfiza o software) e adotar o conceito de "Máquina Generativa" . O Perigo da Mimese Tóxica O erro fundamental de muitos desenvolvimentos atuais é treinar o sistema para ser uma "cópia" do humano. Quando o objetivo princ...

Importunação Sexual - O Crime das Gerações Passadas

 

Importunação sexual


Esse crime é típico das gerações passadas fruto da cultura do homem dominador


Este crime é atual também, porque muita gente se acha galanteador ou sedutor e ousa invadir o espaço das outras pessoas com alguma forma de assédio. E essa definição crime segue a mesma linha da perturbação do sossego, porém define muito bem o que as pessoas não podem fazer: não pode tocar ou assediar procurando causar sensação de estar perseguido por outra pessoa. Dos dois um ou em ambos: a pessoa pode ser enquadrada na perseguição obsessiva por causar a sensação de estar sendo perseguido; pode se enquadrar no ato de assédio por toques indevidos em outras pessoas ou pode ser enquadrados em ambos se ficar perseguindo e tocando outras pessoas sem o consentimento. A lei é contra o ATREVIMENTO. 

No passado, ninguém ligava para essa situação. Eu mesmo fui criado sob a condição de viver com atrevidos e importunadores inclusive praticando isso, nem eu estava livre da importunação e nem ninguém, era toma lá, dá cá. As únicas pessoas que eu vi estarem livre e ainda sim com ressalvas, eram os crentes que não assistiam televisão e que chamavam os pais de senhor com uma obediência incrível, inclusive tinham horário para brincar. O nosso meio infantil da década de 80 e 90 era de brincadeiras que envolviam a sexualidade, era a época da banheira do Gugu e dos atrevimentos televisivos deliberado. Eu quero ver quem nasceu nessa época se alguém consegue negar que tanto na TV quanto onde morava estava longe do assédio, do atrevimento e da importunação. Do nada, a gente levava uma dedada no cu. A situação era descarada e não éramos criminosos por causa disso.

Atualmente e principalmente depois da primeira década do terceiro milênio é que o conceito de importunação se tornou ATIVO, válido e com campanhas para ser combatido. O número de pessoas que se criam voltadas para serem assediadoras ou fazerem brincadeiras que envolve a sexualidade vai diminuir com o tempo. E na minha previsão quem vai fazer a virada cultural contra a importunação sexual, são as crianças que estão nascendo hoje e que na idade adulta vão saber educar os filhos para não serem importunadores. A mudança comportamental de fato, é uma coisa que demora de 30 para 60 anos para resolver, envolver 2 ou 3 gerações. E lá por volta do ano 2100, nós vamos lembrar dos crimes sexuais exatamente como a gente se lembra da escravidão. A humanidade passa por um refinamento de comportamento e é uma etapa que envolve países com leis que não são oportunas para fazer existir a ilibação sexual. Enquanto um país se torna lícito nessa questão, outro ainda tem essa prática de se exibir e assediar. Nós vivemos num mundo dos ATREVIDOS e isso vai demorar para passar.

Conclusão

Aplique a lei e não persiga, não assedie e não toque. Esse comportamento é banido por lei. Se quiser algo com alguém converse licitamente com a pessoa e não insista se a pessoa não desejar a companhia. É coisa de narcisista querer impor a aproximação e se achar um dominador. Respeite o direcionamento que a conversa livre propor.

 Quem mora em cidade pequena pode não ver muito problema nessa questão porque trata-se de uma maioria íntima com quem está acostumado a fazer isso, mas isso em cidade grande vira um inferno do capeta. No dia em que uma pessoa de cidade pequena for morar numa cidade grande e tomar uma aproximação de um estranho vai descobrir o valor de não perseguir, não assediar e não tocar.

Aprenda a criar o respeito pelo espaço dos outros.

>>> Brasileiro sempre foi criado com brincadeiras de ordem sexual e é por esse motivo que a lei evoluiu para o não encostar.

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