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Casas para Habitar sendo Auxiliado por Robôs - Dinâmica de Assimilação

 


Dos modelos de casas que os humanos constroem qual é modelo mais apropriado para robôs e em qual país elas são mais comuns?

O modelo arquitetônico mais apropriado para robôs não possui um nome comercial único (como "Colonial" ou "Mediterrâneo"), mas é tecnicamente definido como Design Universal (ou Universal Design) aplicado a casas térreas de Plano Aberto (Open Floor Plan).

Este modelo, originalmente criado para acessibilidade humana (cadeirantes e idosos), é acidentalmente perfeito para a robótica doméstica.

Aqui está a análise detalhada do modelo ideal e onde ele é encontrado:

1. O Modelo Ideal: "A Casa Sem Barreiras"

Para um robô doméstico (como aspiradores autônomos, robôs de telepresença ou assistentes pessoais) funcionar com eficiência máxima, a casa precisa seguir o padrão "Barrier-Free" (Livre de Barreiras). As características principais são:

  • Piso Único e Contínuo (Single-Level): A maior barreira para um robô é a escada. O modelo ideal é térreo ou, se for sobrado, possui elevadores residenciais integrados.
  • Ausência de Soleiras (Zero Thresholds): A transição entre cômodos (sala para cozinha, interior para varanda) não pode ter desníveis. Robôs travam em soleiras altas ou trilhos de portas de correr.
  • Pisos Rígidos e Lisos: Carpetes grossos drenam a bateria dos robôs (maior atrito) e dificultam a manobra de braços mecânicos. Madeira, concreto polido ou porcelanato são os ideais.
  • Corredores Largos e Espaços de Giro: Robôs precisam de raio de giro. O Design Universal, que prevê largura para cadeiras de rodas (mínimo de 1,20m a 1,50m nos corredores), permite que robôs naveguem sem colidir com paredes (mapeamento LIDAR mais eficiente).
  • Mobiliário Suspenso: Armários e sofás com pés altos (ou fixados na parede) permitem que o robô limpe por baixo, eliminando "zonas mortas" de sujeira.
  • Minimalismo Funcional: Menos objetos decorativos no chão significam menos obstáculos para a navegação autônoma e menor risco de emaranhamento em cabos.

2. O País Líder: Japão 🇯🇵

O Japão é, de longe, o país onde esse conceito é mais comum e culturalmente aceito, seguido de perto pela Coreia do Sul.

Por que o Japão?

  • Casas Pré-Fabricadas (Prefab): Empresas japonesas como Sekisui Heim, Daiwa House e Toyota Home fabricam casas em linhas de montagem robotizadas. Essas casas já nascem modulares, com precisão milimétrica e pisos perfeitamente nivelados, ideais para a automação.
  • Envelhecimento da População: O Japão investe pesadamente em "Robôs de Cuidado" (Care Robots) para atender idosos. Para que esses robôs funcionem, as casas estão sendo adaptadas com o padrão de Design Universal.
  • Conceito de "Smart Wellness": O governo japonês promove ativamente a integração entre IoT (Internet das Coisas) e arquitetura residencial, criando um ecossistema onde a casa "conversa" com o robô (ex: a porta automática se abre quando o robô de entrega se aproxima).

3. Outros Países em Destaque

  • Coreia do Sul: Devido à densidade tecnológica e gigantes como Samsung e LG investindo em robótica doméstica, os apartamentos de alto padrão em Seul (os "Smart Apartments") já vêm preparados com estações de carga e layouts otimizados.
  • China (Shenzhen/Xangai): Zonas de inovação estão testando bairros inteiros preparados para robôs de entrega (delivery bots), com rampas e elevadores conectados via 5G que permitem ao robô sair da rua e entrar no seu apartamento sozinho.
  • Estados Unidos (Vale do Silício): Embora comum em casas de entusiastas de tecnologia ("Smart Homes"), a arquitetura americana padrão (com muitos carpetes e níveis) ainda é menos adaptada nativamente do que a japonesa.

Resumo para Aplicação Prática

Se você estivesse projetando uma casa hoje pensando em robôs, o modelo seria uma Casa Térrea Modernista, com piso de concreto polido ou madeira, portas de correr suspensas (sem trilho no chão) e integração total de Design Universal.

Luciano Leite Galvão

Postagem do Facebook

Uma casa padrão para vida com robô deve ter pelo menos 300m² de área construída, portas largas e de preferência que a casa seja térrea. Isso é um espaço amplo em que 1 pessoa cuida se tiver um robô. E o espaço por pessoa pode ser maior se a quantidade de robôs for maior.

Na atualidade as casas padrão possuem entre 120m² e 150m² de área construída, cômodos mal organizados para atividades com robôs, portas estreitas e não geram valores derivativos ou títulos derivativos da sua existência. Não são reconstruídas ou reformadas a cada 25 anos.

Uma casa padrão típica para habitação com robôs, além de ser maior, ela gera título derivativo da sua existência e é reconstruída ou reformada após o término da sua depreciação. É um tipo de casa de conformidade com a realidade de capital de giro, ela é como plantações de árvores. Além de ter garantido o valor principal, elas geram juros de reconstrução para garantir o upgrade tecnológico da residência após a depreciação.

A economia depende de giro programado para trocar de padrão conforme o surgimento de novas tecnologias. Isso é uma dinâmica de assimilação. 

"A casa que você tem e que é considerada bem de subsistência deve ser garantida por derivativos, deve valorizar e ser passível de atualização. Já aqueles que querem mais de uma casa precisa trabalhar para ter a segunda e ser mais trabalhador e lucrativo se quiser reformar ou reconstruir. A regra é para criar o fundo soberano privado de subsistência. A pessoa não perde o principal."

A ÍNDOLE DO MAL

 

Barricada

Os Criminosos Chegam a Comandar Bairros ou Cidades em Voz Alta 


Ter Um País Penal Só Parece Com Crueldade, mas trata-se de pessoas que vão prejudicar os outros.

 

Não é uma questão de educação, a punição de pessoas de má índole é uma prudência. É uma questão de que os criminosos praticam a vantagem de ter o domínio sobre os outros e o livramento é a morte do criminoso. O sujeito forma grupos sociais que usam pessoas de bom comportamento em virtude da submissão entre o certo e o errado. Como a pessoa não tem coragem de matar o sujeito do mal, ele oprime para chegar na morte do sujeito que está submisso. Ele usa o sujeito submisso com o poder de cerco e gasta a vida dele até o sujeito submisso morrer.

 

Exemplo: se você se trancar em casa colocando grandes nos muros e janelas. Em algum momento um deles ou um grupo deles vão querer entrar a qualquer custo na sua residência. Você se tranca pelo medo e para ficar seguro, mas em algum momento você vai se tornar o alvo principal. E mesmo que você não queira se envolver com criminosos, eles vão querer fazer um cerco para ter domínio total de onde eles moram. Tem gente que quer ser simpático e no fim piora as coisas, e o simpático pode até se livrar, mas empurra a morte para outra pessoa. E existe o problema de que o simpático com criminosos aumenta o poder dos criminosos. E o lugar correto das índoles do mal é a MORTE.

 

O País ou Província Penal serviria como área do medo. O sujeito é punido e tudo o que ele tiver vai para lá. Se um sujeito for criminoso das drogas, ele é punido com toda a força da lei e tudo o que ele tem vai para lá. Só que lá não tem banco, não tem crédito, não tem dinheiro, só existe troca ou pegar o que é dos outros como ele fazia fora da Província Penal. O local é próprio para ser dinâmico e próprio para quem gosta de fazer isso: ser forte. A pessoa pode ter o que quiser e fazer o que quiser sem lei alguma, mas para ter e fazer vai ter que ser forte.

 

Para hoje, é certo que existem os "anjos da vida" que não acreditam em pessoas do mal, mas com o tempo essas pessoas vão descobrir que não existe a pessoa que apenas foi mal educada. Tem gente que tem a cabeça convicta para o mal e não enxerga lógica no mundo. A cabeça é uma draga do mal e ele circunda o que você der para ele.

 

A índole do mal existe, ela é justaposta no surgimento, não é exclusividade de submundo e não adianta educar. Você pode dar a melhor educação de nível superior para uma índole do mal e ainda sim ela vai ser do mal onde quer que ela estiver. Ela vai buscar o jeito de ser mal sempre que puder. Então, na identificação da índole do mal, não adianta falar: "ah! ele é da família. Ele é de sangue." Fique longe do que vier como índole do mal. E não sustente nem amizades que você identificar como um possuidor de índole do mal. Percebeu, pula fora.

 

O sujeito que faz cagada é diferente da índole do mal. E quando faz, é lá uma vez na vida porque passou merda pela cabeça. Achou que podia fazer e deu errado. E fora esta situação, devido existir a índole do mal, existe também índoles do bem que se criam no meio das índoles do mal e estes podem ser convertidos. E é alguma coisa que ocorre com a pessoa que vai converter ela. Não é qualquer coisa e nem qualquer palavra, tem que ser algo que toca a consciência e os sentimento da pessoa. Ela vai ver ao longo da vida que não se enquadra com as índoles que amam ser espertas.

 

No meu ponto de vista, é isso que deve ser condenado à pena capital. A condenação a província penal seria para casos em que cidades inteiras se corrompem. Você vai tentar prender alguém porque houve uma sinalização de algo criminoso, mas quando olha as informações vai ver que é a cidade inteira que está na merda ou um bairro inteiro. E sendo assim se uma pena capital fosse aplicada, seria uma matança feia. É melhor jogar na província penal sem lei para ver até onde vivem pela força.

 

Veja as questões de favelas e de grupos armados ou da Palestina e do Hamas. São questões que você fica se perguntando como um cidadão morador explica um vizinho juntar material bélico e atacar outros a partir do local onde você mora. O teu bairro é a tua casa e você tem como vizinho, os usuários de drogas e eles nunca te perturbaram? No caso do Hamas, eles cavaram túneis, armazenaram mísseis e armas e nenhum cidadão viu? Nenhum cidadão sabia que o Hamas era uma hostilidade constante?

 

Com os bairros é a mesma coisa. Os bairros são nossas casas e é nossa obrigação ser oposição contra os criminosos. A vida do cidadão íntegro é para defender o que é bom e atacar o que é criminoso. É para defender mesmo. Se um bandido vier morar no bairro, ele tem que ficar com medo ou pelo menos deve não conseguir organizar facções criminosas. Ele não pode ser articulador em baixo do seu nariz. É função do cidadão saber apontar e quando puder até atacar o bandido.

 

Como um bairro inteiro ou uma cidade inteira fica criminosa?

 

Diga: tem ou não tem a índole do mal?


Tem que gostar da coisa para conviver e nunca apontar nenhum criminoso, mesmo com o bairro bufando de armas e drogas.


ESCÓRIA - PROVÍNCIA PENAL

 

Escória

Escória: Pessoas Desajustadas Que Possuem Desejos Criminosos


Eu não acredito que todos no mundo sejam pessoas que possam ter bom comportamento moral. Existe um povo que nasce e é desafiador e gosta de tomar as coisas dos outros, se intrometem na vida alheia por achar que as pessoas são sua fazenda de colher benefícios e se julgam pessoas fortes. Parece até que é um demônio possuindo as pessoas. Só que elas vão na igreja, algumas são autoridades e outras possuem muito patrimônio e isso faz se tornar impossível enfrentar esse tipo de pessoa. E eles nascem por justaposição. Onde hoje existe uma grande personalidade, amanhã poderá ser um grande estelionatário narcisista que estará no comando.

É por esse motivo que enxergo que um país ou até mais de um país deveria se tornar zona para esse tipo de pessoa. E tem que ser um lugar punitivo e não um lugar bom de se viver. É preciso ser deserto e pobre em recursos para que os indivíduos que vão para esse lugar, além de ter que se ajudar eles precisem competir entre si. Ser um lugar como do filme MAD MAX. Alguns tipos de pessoas não se arrumam e não dá para fazer extermínio desse tipo de pessoa, porém também não dá para deixar eles gozarem de bons recursos. O correto é que numa eventual punição de seus crimes, eles sejam condenados a viver nesses lugares com parte suficiente de seu patrimônio para se estabelecer e defender ele. É uma vida de aventureiro. Se gosta de atacar outras pessoas precisa ir para local apropriado.

No meu ponto de vista, esse tratamento seria melhor do que a pena de morte. De certa forma, já é a pena de morte, mas a pessoa tem a chance de ficar viva pelo tempo que conseguir defender o que tem sem lei alguma. Um mundo completamente dinâmico para quem gosta de dinâmica.

Num país assim, por mais que produzam algum desenvolvimento será de subsistência. Será o que já ocorre em alguns lugares tribais onde a pessoa nasce e morre e muitas vezes nunca teve sua vida registrada em lugar algum. Essa condição já existe, só que ela não foi decretada por lei para punir pessoas do mal. São lugares que judiam de pessoas independentemente de índole. Essas pessoas ficam condenadas a uma realidade sub-humana por mera escolha de governantes narcisistas.

Eu acredito que essa região precisa existir e não precisaria de pena capital se ela for decretada, porque a questão de ser livre de lei e servir ao propósito de colocar as piores personalidades no local, isso já seria a pena de morte. Pode ser que a pena capital seja necessária para enfrentar problemas de super criminosos. Esse ainda não temos, mas acredito que vão surgir os super criminosos e se a pessoa se enquadrar como um prodígio, é muito melhor que seja aplicada a pena capital.

Isso não é criar um gueto. É criar uma província penal. O sujeito vai para ela com recursos, mas nela não vai existir lei. O condenado vai ter que aplicar na província penal aquilo que gostava de fazer com os outros e vai ter que fazer dar certo para poder sobreviver. E o ideal é que essa província penal fosse uma ou mais ilhas que pudessem ter os arredores vigiados. Se a pessoa fugir, o abatimento seria certo, porque província é substitutiva da pena capital e na fuga o que vale é a execução como alvo.

Só que é necessário fazer a diferenciação de índole, não pode ser aplicado o direito dos mais fortes e aplicar tufões para condenar os outros na marra. A justiça precisa averiguar o comportamento padrão da pessoa para identificar os hábitos e dizer se a pessoa possui uma índole que merece condenações com penas superiores a 20 ou 30 anos de prisão, a pena capital ou a punição de província penal. Esse tipo de direito é um direito para quem não é anônimo. O anonimato é o que deixa o mundo corrupto. Ele é a possibilidade de fuga e de camuflagem. O sujeito se entranha, se infiltra nos mais diversos lugares e se passa por pessoa de sucesso ou por autoridade.

Adquirindo a condição de ficar livre do anonimato, esse direito que identifica a índole poderia gozar da criação da província penal e da pena capital para os sujeitos criminosos que se manifestarem ser um prodígio. Se o sujeito criminoso for somente um aventureiro que gosta de uma vida dinâmica a condenação seria cumprir a pena na província penal.

Conclusão

Não é bonito ter uma coisa como essa, mas o fato é que existem as personalidades que se condenadas daria para fazer uma MORTANDADE INCRÍVEL. E a província teria o efeito de fazer medo. Só o fato dela existir, já dissuadiria muita gente de querer bancar o trabalhador dinâmico que tem sucesso gastando a vida dos outros. E tem muita gente que gosta de usar a vida dos outros como luva. Acha que os outros é trabalho dele ou nicho de mercado dele e manda vê ser o profissional sobre a vida dos outros.

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