Como Ficaria a Transferência do Arquipélago Japonês

 


Com a finalidade de criar as cidades futuristas proposta pelo Copilot, o Japão poderia ficar como na figura acima.


Essa localização atenderia a necessidade de um clima adaptativo e o projeto já poderia envolver a criação de cidades hexagonais. Seria uma mudança que já mudaria o patamar econômico tanto do Japão quanto do Brasil, Argentina e Uruguai. Se enquadra como uma Mega Estrutura num local livre dos perigos que o Japão enfrenta. É um projeto que aumentaria o giro de capital no planeta. É uma colocação de recursos num local estratégico para a criação de cidades futurísticas.

Placas Tectônicas 


Essa mesma ideia pode ser replicada para os entornos da África e da Austrália que são as outras regiões consideradas estratégicas para a criação de cidades futurísticas. Sendo que a Costa África Ocidental é o lugar mais apropriado da África para a construção das cidades em organizações hexagonais.

O espaço está a vista para ser usado, falta a organização econômica para iniciar os mega remanejamentos da população mundial e privilegiar a organização humana com inteligência em detrimento das organizações por fronteiras culturais. As culturas e as línguas podem continuar existindo como são, mas é preciso ser disruptivo com essas divisões fronteiriças atuais. A coisa mais importante é escolher o jeito mais organizado de ocupar espaço e se desenvolver com mais inteligência e menos divisões.

>>> América do Sul, África e Austrália são as grandes porções de terra que são a solução para o futuro tecnológico do planeta pensando na proteção da vida humana.


* Nessa posição o Japão é mais quente, mas isso pode privilegiar a produção o ano todo e fica livre dos ciclones do sul.

O Meu Cérebro Precisa de Mais Redundâncias e Mais Visualizações do Uso das Coisas

 

O Meu Cérebro Funciona Diferente


A memorização para o meu cérebro transformar memórias de curto prazo em memórias de longo prazo precisa de mais redundâncias (repetições) e de mais conexões de sentido. É diferente de uma pessoa que consegue decorar tudo com facilidade e faz uso da memória com bom reflexo para puxar memórias com facilidade. E também tudo o que eu aprendo, precisa de estar no uso habitual para se manter vivo. Não adianta nada decorar uma coisa numa época e depois a coisa aprendida cair no desuso, isso vai fazer eu esquecer e transformar em sombras de memória.

O meu cérebro descarta com facilidade o armazenamento de informações que não é usada. Elas vão se tornando sombras muito rapidamente. Para uma coisa ser decorada e ela permanecer viva sem ter o uso habitual, ela precisa ser importante, algo que se declare como lógico e seja curto para lembrar. Se for muito extenso para lembrar o meu cérebro fica rejeitando o armazenamento. 

Seria uma situação agradável ter uma mente que recebe uma informação e não faz muito esforço para fazer a lembrança, mas para mim é diferente, aquilo que fica são os resumos úteis que posso fazer uso em qualquer momento para satisfazer o raciocínio lógico. Eu o meu cérebro fica rejeitando altos volumes de informações.

>>> No problema mais grave disso, a pessoa só lembra o conteúdo da hora presente e não faz memória para lembrar no dia seguinte. Eu lembro de assistir no documentário sobre o Cérebro 2.0, o caso de uma pessoa que sofreu um acidente e perdeu a capacidade de fazer memória de longo prazo. Nessa situação, ele lembra de algumas coisas, como por exemplo, de como escrever, mas perdeu a memória para tocar piano. Ele sofreu um dano grave na memória de longo prazo.

Denúncias Lógicas

Ponto Doce para Habitantes de Cidades e Ponto de Ruptura

  Luciano Leite Galvão Há um número mínimo de habitantes que torne uma cidade especialmente favorável à oferta de serviços e ao desenvolvi...

Mais Vistas