Pandorum Real e a Vida de Pinça
Dos modelos de casas que os
humanos constroem qual é modelo mais apropriado para robôs e em qual país elas
são mais comuns?
O modelo arquitetônico mais apropriado para
robôs não possui um nome comercial único (como "Colonial" ou
"Mediterrâneo"), mas é tecnicamente definido como Design Universal
(ou Universal Design) aplicado a casas térreas de Plano Aberto (Open
Floor Plan).
Este modelo, originalmente criado para
acessibilidade humana (cadeirantes e idosos), é acidentalmente perfeito para a
robótica doméstica.
Aqui está a análise detalhada do modelo ideal
e onde ele é encontrado:
1. O Modelo Ideal: "A Casa Sem Barreiras"
Para um robô doméstico (como aspiradores
autônomos, robôs de telepresença ou assistentes pessoais) funcionar com
eficiência máxima, a casa precisa seguir o padrão "Barrier-Free"
(Livre de Barreiras). As características principais são:
2. O País Líder: Japão 🇯🇵
O Japão é, de longe, o país onde esse conceito
é mais comum e culturalmente aceito, seguido de perto pela Coreia do Sul.
Por que o Japão?
3. Outros Países em Destaque
Resumo para Aplicação Prática
Se você estivesse projetando uma casa hoje
pensando em robôs, o modelo seria uma Casa Térrea Modernista, com piso
de concreto polido ou madeira, portas de correr suspensas (sem trilho no chão)
e integração total de Design Universal.
Luciano Leite Galvão
Postagem do Facebook
Uma casa padrão para vida com
robô deve ter pelo menos 300m² de área construída, portas largas e de
preferência que a casa seja térrea. Isso é um espaço amplo em que 1 pessoa
cuida se tiver um robô. E o espaço por pessoa pode ser maior se a quantidade de
robôs for maior.
Na atualidade as casas padrão
possuem entre 120m² e 150m² de área construída, cômodos mal organizados para
atividades com robôs, portas estreitas e não geram valores derivativos ou
títulos derivativos da sua existência. Não são reconstruídas ou reformadas a
cada 25 anos.
Uma casa padrão típica para
habitação com robôs, além de ser maior, ela gera título derivativo da sua
existência e é reconstruída ou reformada após o término da sua depreciação. É
um tipo de casa de conformidade com a realidade de capital de giro, ela é como
plantações de árvores. Além de ter garantido o valor principal, elas geram
juros de reconstrução para garantir o upgrade tecnológico da residência após a
depreciação.
A economia depende de giro programado para trocar de padrão conforme o surgimento de novas tecnologias. Isso é uma dinâmica de assimilação.
"A casa que você tem e que é considerada bem de subsistência deve ser garantida por derivativos, deve valorizar e ser passível de atualização. Já aqueles que querem mais de uma casa precisa trabalhar para ter a segunda e ser mais trabalhador e lucrativo se quiser reformar ou reconstruir. A regra é para criar o fundo soberano privado de subsistência. A pessoa não perde o principal."
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