Denúncias Lógicas

Pandorum Real e a Vida de Pinça

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  Luciano Leite Galvão A experiência do isolamento pode ser caracterizada como uma condição intrínseca ao indivíduo, que frequentemente não desenvolve estratégias adequadas para lidar com esse ambiente restritivo. Há uma tendência coletiva de buscar viver ignorando o confinamento, o que leva algumas pessoas a adotarem comportamentos desviantes na tentativa de ampliar sua percepção de mundo, enquanto outras manifestam respostas intensas ao impacto dessa realidade, denominadas aqui como efeito relativístico. O fenômeno, identificado neste contexto como “Pandorum Real”, refere-se à tomada de consciência do próprio isolamento e às consequências psicológicas adversas decorrentes desse processo. O conceito é exemplificado na obra "Apócrifo de Adão e Eva", que aborda, sob uma perspectiva religiosa, a reação dos protagonistas diante da transição do paraíso para um mundo imperfeito, ilustrando assim as implicações emocionais do isolamento. Do ponto de vista prático, recorro à execução...

A INTELIGÊNCIA É DIFERENTE DE MALANDRAGEM

 

Boa Memória

Tem muita gente nessa condição: tem uma excelente memória, mas prefere as conexões de ideias malandras.


Para um bom uso da mente, não basta apenas sair guardando tudo na memória. Isso apenas facilita a realização de trabalhos. Ter a excelente memória é como dispor de uma garagem que possui tudo aquilo que é necessário para consertar um carro, mas quando o uso inadequado da memória se manifesta, esta garagem se torna equipada com um motorista que não entende nada de mecânica. Tudo o que ele tem será inútil, porque não sabe usar. 

Com a memória de malandros é a mesma coisa, a garagem dele é bem cheia de ferramentas, mas ele prefere as combinações malandras do uso da memória. Ele tem atração por preferir fazer buscas pelo "gato" do pensamento. E tudo o que ele tem na memória, serve exclusivamente para procurar por formas de fazer "gato". Se a pessoa possuir as normas da língua portuguesa inteira na memória e não for uma pessoa inteligente, ao invés de escrever livros, poesias, artigos, redigir documentos, escrever músicas entre outras coisas, a pessoa vai preferir usar para o primeiro "gato" lucrativo que encontrar nas profissões. 

Exemplo: desejar criar provas forjadas por ser bom contador de histórias e de formulação de argumentos na função de relator ou de investigador do Ministério Público.

A inteligência é o fenômeno do bom uso da memória e não da malandragem da sua capacidade de usar a memória. A inteligência é produtiva e o conhecimento gerado serve para as gerações futuras como conhecimento científico. Ela não é principalmente um "gato" que fica explorando espirais de palavras e conhecimentos. O fenômeno principal de ser ter uma boa inteligência é o fenômeno de ser DIGNO e HONRADO, porque o conhecimento ofertado pela inteligência, ele molda até mesmo a moral em virtude do objetivo desejado. Esse é fenômeno do BOM USO DA MEMÓRIA.

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