Denúncias Lógicas

Euforia Exacerbada por Números Altos e Grandeza

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  Comportamento Exacerbado por Números Altos Luciano Leite Galvão: Como se poderia nomear uma pessoa que sente um entusiasmo exagerado por números elevados e grandes construções, a ponto de desprezar valores e estruturas menores? Essa pessoa deseja ter grande valor e demonstra repulsa por números pequenos, tratando-os como insignificantes. No cotidiano, busca sempre alcançar resultados expressivos, independentemente de justificativas matemáticas ou científicas. Caso perceba que drogas podem gerar altos valores, ela se deixa corromper imediatamente diante da oportunidade. Se um corrupto lhe propõe uma lei para aumentar seu salário, não hesita em se envolver. A lógica e a ciência são ignoradas para priorizar cifras elevadas. Embora o termo "aporofobia" seja conhecido, ele não traduz bem essa aversão irracional a números baixos e a exaltação por resultados grandiosos. Se você sugerir que uma casa de 360m² é ampla, ela considerará insuficiente — só se satisfaz com imóveis de 70...

A INTELIGÊNCIA É DIFERENTE DE MALANDRAGEM

 

Boa Memória

Tem muita gente nessa condição: tem uma excelente memória, mas prefere as conexões de ideias malandras.


Para um bom uso da mente, não basta apenas sair guardando tudo na memória. Isso apenas facilita a realização de trabalhos. Ter a excelente memória é como dispor de uma garagem que possui tudo aquilo que é necessário para consertar um carro, mas quando o uso inadequado da memória se manifesta, esta garagem se torna equipada com um motorista que não entende nada de mecânica. Tudo o que ele tem será inútil, porque não sabe usar. 

Com a memória de malandros é a mesma coisa, a garagem dele é bem cheia de ferramentas, mas ele prefere as combinações malandras do uso da memória. Ele tem atração por preferir fazer buscas pelo "gato" do pensamento. E tudo o que ele tem na memória, serve exclusivamente para procurar por formas de fazer "gato". Se a pessoa possuir as normas da língua portuguesa inteira na memória e não for uma pessoa inteligente, ao invés de escrever livros, poesias, artigos, redigir documentos, escrever músicas entre outras coisas, a pessoa vai preferir usar para o primeiro "gato" lucrativo que encontrar nas profissões. 

Exemplo: desejar criar provas forjadas por ser bom contador de histórias e de formulação de argumentos na função de relator ou de investigador do Ministério Público.

A inteligência é o fenômeno do bom uso da memória e não da malandragem da sua capacidade de usar a memória. A inteligência é produtiva e o conhecimento gerado serve para as gerações futuras como conhecimento científico. Ela não é principalmente um "gato" que fica explorando espirais de palavras e conhecimentos. O fenômeno principal de ser ter uma boa inteligência é o fenômeno de ser DIGNO e HONRADO, porque o conhecimento ofertado pela inteligência, ele molda até mesmo a moral em virtude do objetivo desejado. Esse é fenômeno do BOM USO DA MEMÓRIA.

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