Minha resposta:
como robô, ou seja, como ferramenta.
A IA ou robô é um infomorfo, um
mimético. É desprovido de senciência. Você até pode tratar com um humano se for
pela ótica da máquina detectar o que você gosta ou não, porém os robôs/IA são
cálculos estatísticos que podem decidir errado sobre gosto/preferência. O robô
não está sentindo o meio, o robô/IA está fazendo leitura paramétrica, uma
detecção para a devida ação correspondente, escolha da melhor estatística.
Tratar como ferramenta é um corte
seco. Você pode gozar da mimética, mas deve saber que a IA/Robô é pura
mecânica. O sintético é bom para produzir resultados assertivos quando você não
tem todos os conhecimentos necessários. É bom como manual. Ele deve produzir a
inteligência sobre o que existe de forma assertiva.
Simples:
"tacar toda a informação nela para despoluir do que é desnecessário,
otimizar e dar o resultado usando as informações que de fato funcionam e são
científicas para se garantir."
Nota de Inteligência: não basta ser autor de livro para ser científico. Não dá para validar algo só porque alguém escreveu um livro e foi PROLIXO para criar uma informação. A informação de um livro tem que se PROVAR VERDADEIRA para se tornar lógica e conteúdo assertivo, caso contrário, o livro pode até ser uma Bíblia na grossura e extensão do conteúdo, mas se não passa pela prova do verdadeiro, não interessa.
Luciano Leite Galvão / (67) 99958-8207 / luciano198541@gmail.com

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