Denúncias Lógicas

Pandorum Real e a Vida de Pinça

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  Luciano Leite Galvão A experiência do isolamento pode ser caracterizada como uma condição intrínseca ao indivíduo, que frequentemente não desenvolve estratégias adequadas para lidar com esse ambiente restritivo. Há uma tendência coletiva de buscar viver ignorando o confinamento, o que leva algumas pessoas a adotarem comportamentos desviantes na tentativa de ampliar sua percepção de mundo, enquanto outras manifestam respostas intensas ao impacto dessa realidade, denominadas aqui como efeito relativístico. O fenômeno, identificado neste contexto como “Pandorum Real”, refere-se à tomada de consciência do próprio isolamento e às consequências psicológicas adversas decorrentes desse processo. O conceito é exemplificado na obra "Apócrifo de Adão e Eva", que aborda, sob uma perspectiva religiosa, a reação dos protagonistas diante da transição do paraíso para um mundo imperfeito, ilustrando assim as implicações emocionais do isolamento. Do ponto de vista prático, recorro à execução...

O Meu Cérebro Precisa de Mais Redundâncias e Mais Visualizações do Uso das Coisas

 

O Meu Cérebro Funciona Diferente


A memorização para o meu cérebro transformar memórias de curto prazo em memórias de longo prazo precisa de mais redundâncias (repetições) e de mais conexões de sentido. É diferente de uma pessoa que consegue decorar tudo com facilidade e faz uso da memória com bom reflexo para puxar memórias com facilidade. E também tudo o que eu aprendo, precisa de estar no uso habitual para se manter vivo. Não adianta nada decorar uma coisa numa época e depois a coisa aprendida cair no desuso, isso vai fazer eu esquecer e transformar em sombras de memória.

O meu cérebro descarta com facilidade o armazenamento de informações que não é usada. Elas vão se tornando sombras muito rapidamente. Para uma coisa ser decorada e ela permanecer viva sem ter o uso habitual, ela precisa ser importante, algo que se declare como lógico e seja curto para lembrar. Se for muito extenso para lembrar o meu cérebro fica rejeitando o armazenamento. 

Seria uma situação agradável ter uma mente que recebe uma informação e não faz muito esforço para fazer a lembrança, mas para mim é diferente, aquilo que fica são os resumos úteis que posso fazer uso em qualquer momento para satisfazer o raciocínio lógico. Eu o meu cérebro fica rejeitando altos volumes de informações.

>>> No problema mais grave disso, a pessoa só lembra o conteúdo da hora presente e não faz memória para lembrar no dia seguinte. Eu lembro de assistir no documentário sobre o Cérebro 2.0, o caso de uma pessoa que sofreu um acidente e perdeu a capacidade de fazer memória de longo prazo. Nessa situação, ele lembra de algumas coisas, como por exemplo, de como escrever, mas perdeu a memória para tocar piano. Ele sofreu um dano grave na memória de longo prazo.

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