Denúncias Lógicas

Manifesto - Proibição da Prática de Simbiose e Zoneamento Urbano

 



Proibição da Prática de Simbiose

Manifesto

O Povo que gosta de SIMBIOSE cria o padrão, educa os outros para aceitar a SIMBIOSE, critica pessoas que não vivem sob SIMBIOSE e criam o luxo de viver sob SIMBIOSE como se fosse padrão desejado de quem é SIMBIÓTICO.

As pessoas são criadas para submeter outras pessoas de forma narcisista dominando o espaço dos outros se valendo da SIMBIOSE. Em quase todas as famílias o que se tenta impor é o sumiço da possibilidade de ser um indivíduo particular. O que se cultiva é como o outro é capaz de se submeter aos outros ou de dominar os outros. O que se enxerga apenas é essa dicotomia.

Rico: no máximo apenas 30% das pessoas de uma sociedade adquirem o alto padrão de vida, os 70% restante é o padrão mais comum. Por mais que você almeje ser rico, a matemática e as variáveis são implacáveis, não dá para violar o número. Não tem como tudo o que existe se transformar em luxo. O luxo é um artigo específico e caro. Se ele virar padrão, deixa de ser luxo e nem seria de luxo, seria uma imitação, uma bijuteria. E mesmo numa produção de luxo para todos, as variáveis produziriam os novos tipos de ricos.

Hoje, tem muito rico que vive de bijuteria de luxo. Vive da imitação de ser rico, porque parametrizou que ser rico é alcançar o milhão e ter casa grande para fazer simbiose com um grupo de pessoas. A pessoa tem a casa de rico, o carro de rico, o nicho de simbiose, mas não tem nada de luxo, porque não tem como sustentar o custo de artigos de luxo.

Então, é a realidade dos 70% é que precisa ser arrumada, porque o povo que domina o alto padrão não larga da simbiose e nem da cultura de domínio e submissão. Na cabeça de muitas pessoas a vida é justamente a manutenção da prática da simbiose. O que as pessoas nos 70% precisam aprender é que precisam arrumar o seu espaço para ser uma personalidade. Elas precisam ter uma casa ou o seu cômodo ajustado para a sua característica pessoal e não para a característica dos outros e nem para praticar simbiose com os outros.

Proposta de Lei

Art. 1 - É proibido submeter pessoas a coações simbióticas de estilo de vida;

Art. 2 - É proibido manter pessoas sob simbiose numa mesma residência:

§1 - Um imóvel residencial é um condomínio unipessoal ou familiar;

§2 - Um imóvel residencial deve ser registrado para apenas uma pessoa (o originário do bem);

I – A família de coabitação é herdeira principal e as cotas são proporcionais a quantidade de membros;

II - Família é coabitante e tem posse de cômodos de um imóvel;

III - Na herança do imóvel residencial é o único momento em que o imóvel pode permanecer registrado em nome de mais de 1 pessoa;

IV - Na herança ninguém pode ser expulso por causa da vontade dos outros herdeiros de vender o imóvel. As despesas de manter o imóvel sempre serão compartilhadas;

V - O patrimônio herdado só pode ser vendido em comum acordo e não pode existir indícios de dilapidação;

VI - Na compra de imóveis de forma compartilhada configura-se a formação/existência de um empreendimento e não de um casamento ou de uma formação familiar. O imóvel é empresarial.

§3 - A lei obriga que os coabitantes de uma mesma residência tenham posse de cômodos separados. Eles devem ser apropriados para a manifestação íntegra de uma personalidade, sem a intrusão de terceiros;

§4 - Os filhos devem ter seus próprios cômodos na casa de seus pais e devem ser instruídos a serem responsáveis no uso do seu espaço:

§5 - Os filhos/dependentes não podem ser expulsos/abandonados;

§6 - O proprietário pode expulsar o cônjuge, mas não os filhos;

Art. 3 - A União, Estados, Municípios e as formações familiares devem colaborar para que todos os indivíduos sejam detentores de suas próprias posses patrimoniais individuais de acordo com a lei. E todos possuem o dever de combater a dilapidação e o estelionato em prol do vigor da matemática proporcional e da formação de condomínios unipessoais ou familiares dignos.

Art. 4 - É proibido criar cômodos ou imóveis claustrofóbico/desumanos;

Art. 5 - A lei deverá definir os tamanhos úteis e dignos (constituir banco de dados para os tipos e tamanhos) para os imóveis e as moradias não poderão ser construídas de forma desordenada;

Art. 5 - Os terrenos não podem ser menores que 450m²;

Art. 6 - A construção de mais imóveis dentro de um mesmo terreno são consideradas anexos residenciais. E os imóveis só podem ser desmembrados por livre manifestação do proprietário e de acordo com a lei, que não pode permitir a dilapidação e o estelionato.

§1 - A coação para dividir anexos residenciais é estelionato/dilapidação.

Art. 7 - Não existe usucapião para imóveis urbanos.

Art. 8 - Os imóveis urbanos abandonados só podem ser desapropriados ou comprados pela União, Estados e Municípios em razão da constituição da dívida tributária alta e esteja associada a situação do proprietário ter as condições de fazer manutenção (desfrutar de poder aquisitivo alto) e deixar de fazer.

§1 – O imóvel abandonado pode ser desapropriado quando houver dívida e quando o proprietário for dono de múltiplos imóveis e não estiver zelando.

§2 – O imóvel pode ser comprado pelo Município quando em razão de dívidas tributárias somadas a condições paupérrimas (pobreza) do proprietário, o imóvel esteja em condições difíceis para a venda.

§3 – Todo proprietário de imóvel em condições de abandono deve receber notificações, antes de quaisquer atividades jurídicas referente ao imóvel. Inclusive deve receber a notificação sobre suas respectivas dívidas tributárias.

Art. 9 – A União, Estados e Municípios devem ofertar ou criar o mercado para ofertar os imóveis de forma digna e sem a imposição de nichos claustrofóbicos ou desumanos.

Sugestão inicial de medidas por análise empírica pessoal: quartos de dormir devem ter no mínimo 25m²; imóveis para solteiros devem ter no mínimo 100m²; se o imóvel for um loft ou quitinete pode iniciar em 70m²; com família, o imóvel deve ter no mínimo 160m², casal e 1 filho. Os imóveis abaixo de 70m² devem ser consideradas cabanas, imóveis para anexos residenciais ou para aluguel. Os terrenos com 450m² é grande para uma casa de 100m² de um solteiro ou 160m² para uma família de 3 pessoas, já o tamanho para conforto é de 800m², o tamanho de luxo.

* Na prática pelo desprezo espacial de um quintal ou pela implicação de cálculos de platô para a distribuição de terras, a solução urbana está na moradia sob a forma de condomínio, sendo o melhor modelo aqueles adotados pelas regiões nórdicas, que ajustam o espaço em virtude da hostilidade do clima e de suas quantidades de terras disponíveis.

Nota Extremamente Importante: Morar é sinônimo de acumular. A pessoa terá que acumular coisas e o principal é conhecimento, livros e documentos, porém todos nós precisamos acumular algo e não é com espaços menores que 100m² que se acumulam coisas. Os terrenos devem ter um tamanho maleável para fazer ajustes do proprietário ou da reurbanização. Uma casa muito confortável e não exageradamente grande, possui exatamente 300m², é o tamanho de um apartamento grande sob os quais são praticados preços caros. Então, o terreno de 450m² seria o popular (com proibição de margens de lucros exageradas, porque as construções nestes terrenos podem ser demolidas com mais facilidade) e o terreno de 800m² seriam os mais caros (eles sofrem especulações e vão receber construções que são mais difíceis de serem demolidas).

Nota Técnica: criar a escala de capacidade técnica de manutenção da metragem para adaptar com a necessidade de criação de condomínios verticais. O platô de distribuição máxima de terra para urbanização não pode ser violado. Exemplo: a cidade X foi calculada para ter uma quantidade y de habitantes, os terrenos não podem ser inferiores a 450m², as casas não podem ser inferiores a 100m², os quartos de dormir não podem ser inferiores a 25m². Sabendo disso, o aumento da quantidade de habitantes fica condicionada a moradia por verticalização.

 

🧭 Comparação 4 países referenciais

País

População

Residências

% em edifícios

Perfil urbano

Alemanha

84M

41M

56%

Denso e equilibrado

Japão

124M

62M

45%

Megacidades verticais

Canadá

40M

16M

34%

Grandes cidades verticais, interior horizontal

EUA (referência)

333M

128M

14%

Muito mais horizontal

 

Segundo esta pesquisa a verticalização varia entre 14% e 56% do total das residências, que correspondem entre 38% e 50% da população.

Observação: vide os tamanhos de iates grandes. Acredito que a metragem de 160m² seja a medida do futuro. Se os imóveis caminharem para se tornarem naves é provável que as medidas sigam o tamanho de iates grandes. E assim, estrutures como as cabanas, os lofts e as quitinetes vão ser generalizadamente comparados com capsulas e módulos.

Propósito:

Combater a prática de simbiose e extorsões e distorções matemáticas.

Embasamento Teórico

 

A Economia da Família: O prêmio Nobel Gary Becker, ao aplicar a microeconomia ao comportamento humano, tratou a decisão de ter filhos através de uma análise estrita de custo-benefício. Ter um filho exige o que Becker chama de "investimentos de qualidade" (espaço, educação, tempo). 

A Lei da Entropia no Processo Econômico: O economista e matemático Nicholas Georgescu-Roegen demonstrou que o processo econômico é inexoravelmente entrópico. O desgaste material, o tempo, os gargalos tecnológicos e a falibilidade humana garantem que a eficiência máxima seja inatingível. A escassez é uma condição física, não apenas produtiva.

A Espacialização do Poder: O filósofo Michel Foucault, em sua análise sobre a microfísica do poder, demonstra que o controle do espaço, do tempo e dos corpos é a base da docilização dos indivíduos. A imposição de "espaços subumanos" ou a ausência de privacidade não é um mero acidente arquitetônico, mas uma tecnologia de dominação disciplinar.

A Teoria da Proxêmica: O antropólogo Edward T. Hall mapeou como o uso do espaço dita as relações humanas. A obliteração da "distância íntima" e do território pessoal dentro de uma residência impede a diferenciação do self, forçando a simbiose.

A Lei do Bem de Família (Lei 8.009/90 no Brasil), que protege o patrimônio de subsistência, defende a unidade econômica familiar contra credores, mas é cega às tiranias internas. Não há proteção legal para a soberania espacial individual dentro do arranjo doméstico.

Internalização de Custos: Ao tratar o sexo reprodutivo como responsabilidade imobiliária, os indivíduos internalizam as externalidades de suas ações. Gerar um indivíduo sem o capital espacial correspondente (o imóvel) é forçar essa nova entidade a absorver o custo da sua irresponsabilidade, condenando-a à simbiose e à submissão estrutural.

Mandamento

Único: crie-se o gradiente e manda bala.

Anexo I

Suporte Matemático: A Equação do Gatilho de Verticalização

O platô não pode ser violado e as regras de lotes mínimos (450m² para padrão popular, 800m² para luxo) limitam a ocupação horizontal. Para transformar esta premissa numa lei de zoneamento aplicável, a transição para a verticalização e para o modelo de condomínios nórdicos pode ser ditada pela seguinte equação algorítmica:

Variáveis do Sistema:

  • : Área total do município fisicamente viável para expansão (excluindo zonas de preservação, corpos hídricos e relevos inóspitos).
  •  Coeficiente de Infraestrutura Pública (A porcentagem de terra consumida por ruas, praças, hospitais, delegacias). Historicamente, consome cerca de 35% da malha urbana (0,35).
  •  Lote médio ponderado estipulado pela lei (ex: uma média entre os lotes de 450m² e 800m²).
  •  Taxa média de habitantes por lote (ex: imóveis para solteiros ou famílias de 3 pessoas).

A Fórmula do Limite Horizontal

 

A Aplicação Matemática da Lei:

A fórmula calcula a População Máxima Suportada Horizontalmente . O marco legal torna-se estritamente matemático:

  1. Fase de Expansão: Enquanto a população da cidade  for menor que , a prefeitura emite alvarás para loteamentos horizontais de 450m² a 800m².
  2. O Gatilho da Verticalização (O Platô): No exato instante em que , a cidade atinge o seu limite de entropia logística e espacial. A partir deste ponto, decreta-se a proibição absoluta de novos desmembramentos horizontais.
  3. Absorção do Crescimento: Qualquer crescimento populacional além do gatilho  deve ser obrigatoriamente absorvido pelo modelo nórdico de condomínios ou verticalização estrita, mantendo o respeito absoluto às metragens internas (ex: 100m² para solteiros, suítes de 25m²).

Luciano Leite Galvão / +55 (67) 99958-8207 / luciano198541@gmail.com 

Distribuição Urbana, o consumo do território.


Produção tem coeficiente,

A produção não tem lei a não ser aquela da existência do recurso para produzir.

* Se o mundo é de terras agrícolas o platô da produção é um;

* Se o mundo é de indústria fordista braçal o platô é outro;

* Se o mundo é da robótica, um outro nó (coeficiente) é criado.

Se você colocar uma impressora 3D em cada residência, nada impedirá de existir 1 empreendimento em cada residência. O que realmente dita a existência ou não de um empreendimento é a preferência ou a capacidade de um indivíduo de sustentar uma produção em série. É isso que cria o coeficiente.

Uma família pode ter a impressora 3D, mas não tem o talento, não tem o produto e se tiver o produto pode não ter a preferência, logo, não tem a empresa. 

Quem fica rico? A pessoa que tem o produto ou o serviço que é uma preferência. 

Se no mundo existissem 12 milhões de pessoas capazes de sustentar nichos empresariais e eu desse 100 milhões de dólares para cada pessoa. Elas não permaneceriam com os mesmos 100 milhões. O tempo e as variáveis iriam fazer o patrimônio circular de acordo com as preferências de cada pessoa se acumulando mais entre os 30% desses 12 milhões. Uma população de consumo circular mais grossa 70% acumularia uma riqueza mais básica fazendo um gradiente para uma população de gasto mais elevado com uma acumulação de bens mais eleva. Esses 30% é massa que indica se uma população é razoavelmente desequilibrada ou não. É a massa que indica se a renda está sendo distribuída. Abaixo de 20% o povo está significativamente desequilibrado e a pobreza está grande.

A escassez não está puramente na questão da oferta de produto. A escassez é um conjunto de variáveis. Não adianta ter uma oferta em abundância, porque as variáveis criam a escassez. O tempo, a preferência e outros fenômenos tiram a riqueza de uns e acumulam em outros com maior ou menor eficiência. 

O que sobrevive?

Os coeficientes.

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