Saúde e Cibersegurança: Por que a IA deve ser uma "Máquina Generativa"?
Luciano Leite
Galvão
Eu sei que para erradicar a pobreza dividir patrimônio não é a solução,
porque a maior parte do que existe é patrimônio ativado, um patrimônio que
constitui "ferramenta de trabalho" de uso coletivo. Então isso já
está em uso e serve para sustentar uma quantidade X de pessoas. Então qual
seria a necessidade de capital ativado para empregar adequadamente o restante
da população global com o padrão tecnológico de produtividade, que uma empresa
bem estabelecida pode oferecer?
Copilot
Confira meu raciocínio
Proposta e
ponto de partida
Entendo seu raciocínio: não é “dividir
patrimônio”, é ativar capital produtivo suficiente (empresas e equipamentos)
para empregar, com boa produtividade, toda a população economicamente ativa.
Para calcular quantas empresas seriam necessárias em escala global, precisamos
de alguns parâmetros operacionais que mudam bastante de país para país. Em vez
de dar um número “de chute”, eu proponho um modelo simples, transparente e
ajustável — e mostro um cenário-base. Depois, com 2–3 ajustes seus, refinamos
para um número mais realista.
Modelo de
projeção de inclusão total
Observação: escolher o tamanho médio por porte
é determinante. Se você preferir 3.000 para grandes e 20 para pequenas, o
número final muda bastante.
Cálculo
ilustrativo com hipóteses conservadoras
Parâmetros escolhidos para o exemplo
Resultado
Interpretação: um ecossistema com ~80,6
milhões de pequenas empresas operando como “nós de emprego” e ~192 mil grandes
empresas como “motores” seria suficiente, nessas hipóteses, para reduzir o
desemprego global para ~4%. Isso está alinhado com evidências de que a base do
emprego vem das MPE, enquanto grandes empresas ancoram cadeias produtivas de
alta produtividade.
Tabela de
comparação do cenário “pleno emprego operacional”
|
Elemento |
Hipótese usada |
Emprego atendido |
Empresas necessárias |
|
PEA
global |
3,5
bilhões |
— |
— |
|
Meta de
emprego |
96% da
PEA |
3,36
bilhões |
— |
|
Pequenas
“eixo” |
25
empregados/empresa; 60% dos empregos |
2,016
bilhões |
80,64
milhões |
|
Grandes
“eixo” |
7.000
empregados/empresa; 40% dos empregos |
1,344
bilhões |
192.000 |
Sources:
Por que
usar países de baixo desemprego como referência
Ajustes que
podem mudar o número final
Próximo
passo
Quer que eu rode três cenários (conservador,
central, agressivo) variando:
Assim te entrego um intervalo robusto de
“quantidade de empresas-eixo” para inclusão total, com o desemprego global na
faixa dos países de melhor desempenho. Posso usar 3,5–3,7 bilhões como PEA alvo
e manter a meta em 4%.
Rode os
três cenários.
Confira meu
raciocínio
Cenários de
inclusão total com pleno emprego operacional
Abaixo estão três cenários variando participação das pequenas empresas “eixo”, tamanho médio por empresa e porte das grandes “eixo”. Uso uma PEA global em faixa 3,5 – 3,7 bilhões e meta de desemprego de 4%, ou seja, emprego necessário de 96% da PEA:
Parâmetros
dos três cenários
Cenário
conservador
|
Elemento |
Valor para PEA 3,5 bi |
Valor para PEA 3,7 bi |
|
Empregos
necessários (96% PEA) |
3,36
bilhões |
3,552
bilhões |
|
Empregos
via MPE (70%) |
2,352
bilhões |
2,4864
bilhões |
|
Empregos
via grandes (30%) |
1,008
bilhões |
1,0656
bilhões |
|
Pequenas
“eixo” (15 empregados) |
156,8
milhões |
165,76
milhões |
|
Grandes
“eixo” (5.000 empregados) |
201.600 |
213.120 |
Cenário
central
|
Elemento |
Valor para PEA 3,5 bi |
Valor para PEA 3,7 bi |
|
Empregos
necessários (96% PEA) |
3,36
bilhões |
3,552
bilhões |
|
Empregos
via MPE (60%) |
2,016
bilhões |
2,1312
bilhões |
|
Empregos
via grandes (40%) |
1,344
bilhões |
1,4208
bilhões |
|
Pequenas
“eixo” (25 empregados) |
80,64
milhões |
85,248
milhões |
|
Grandes
“eixo” (7.000 empregados) |
192.000 |
203.000
(aprox.) |
Cenário
agressivo
|
Elemento |
Valor para PEA 3,5 bi |
Valor para PEA 3,7 bi |
|
Empregos
necessários (96% PEA) |
3,36
bilhões |
3,552
bilhões |
|
Empregos
via MPE (50%) |
1,68
bilhões |
1,776
bilhões |
|
Empregos
via grandes (50%) |
1,68
bilhões |
1,776
bilhões |
|
Pequenas
“eixo” (40 empregados) |
42,0
milhões |
44,4
milhões |
|
Grandes
“eixo” (10.000 empregados) |
168.000 |
177.600 |
Leitura
rápida e implicações
Próximos
ajustes (se quiser refinar)
Quer que eu detalhe por setor com tamanhos
médios realistas e estimativa de capital fixo por empresa para chegar ao
“capital ativado” necessário?
Luciano Leite Galvão
Detalhe por
setor para chegar ao capital ativado.
Copilot
Confira meu
raciocínio
Premissas
por setor para estimar capital ativado
Abaixo está um modelo operacional para
transformar “quantidade de empresas-eixo por porte” em “capital produtivo
ativado”, usando valores médios de capital fixo por empregado e tamanho típico
de firma por setor. São ordens de grandeza realistas e ajustáveis.
Interpretação: setores intensivos em ativos
(energia, manufatura pesada, logística) têm capital por empregado muito maior;
serviços locais e educação são mais leves.
Cenário
central: distribuição por porte e capital ativado
Premissas de porte (do seu cenário central):
60% dos empregos em pequenas “eixo” (25 empregados/empresa) e 40% em grandes
“eixo” (7.000 empregados/empresa). Aplicamos o mix setorial acima às 3,36
bilhões de empregos necessários.
Quantidade de empregos por setor (milhões)
Empresas por setor (pequenas e grandes)
Totais conferem ao cenário central já
calculado: ~85,25 milhões de pequenas “eixo” e ~203 mil grandes “eixo”.
Capital ativado por setor (faixa em US$
trilhões)
Como foi calculado: multiplicamos empregos por
setor pelo capital por empregado do setor; a divisão entre pequenas e grandes
não altera o total de capital, mas afeta sua distribuição entre ativos leves e
pesados dentro do setor.
Cenário
conservador: mais MPE, menor produtividade por firma
Premissas: 70% dos empregos em pequenas (15
empregados/empresa), 30% em grandes (5.000 empregados/empresa). Mesma PEA e mix
setorial.
Cenário
agressivo: mais grandes e maior produtividade por firma
Premissas: 50% dos empregos em pequenas (40
empregados/empresa), 50% em grandes (10.000 empregados/empresa).
Leituras e
implicações para política de inclusão produtiva
Quer que eu
adapte os números ao Brasil ou a um conjunto de países (ex.: América Latina +
África), com metas de emprego regionais e estimativas de financiamento anual
(FBCF/PIB) para atingir essa ativação em 10–15 anos?
Luciano
Leite Galvão
A imagem já está pronta — você pode clicar no
card acima para visualizar e baixar.
Quanto ao nome desse raciocínio, sugiro algo
que capture a ideia de inclusão produtiva via ativação de capital. Aqui
estão algumas opções de batismo que podem funcionar bem para uma postagem:
👉 Eu
particularmente gosto de “Inclusão pelo Capital Produtivo”, porque
sintetiza bem o conceito e soa forte para uma postagem.
Quer que eu prepare também um texto curto
estilo legenda para acompanhar a imagem, explicando em poucas linhas o
conceito?
Luciano Leite Galvão
Crie o
texto curto.
Claro! Aqui está um texto curto para
acompanhar a imagem e explicar o conceito de forma clara e impactante:
Inclusão pelo Capital Produtivo Para
empregar 96% da população economicamente ativa do planeta com alta
produtividade, precisamos ativar redes de empresas — grandes âncoras e pequenas
“eixo” — em todos os setores. Não se trata de dividir riqueza, mas de
transformar capital em ferramenta de trabalho. Esse modelo mostra como milhões
de empresas podem sustentar bilhões de empregos com dignidade e eficiência.
Se quiser, posso adaptar esse texto para
diferentes estilos: mais técnico, mais inspirador, ou até como um post para
redes sociais com tom provocativo. Deseja alguma variação?
Luciano Leite Galvão
A população de uma maneira geral pensa que o povo está sendo egoísta
demais e em todas as conversas que ouço, inclusive os depoimentos políticos, é
de uma visão míope sobre o assunto onde eles tratam isso como se fosse uma
questão de pegar a riqueza global e dividir ou de dividir os lucros que os
ricos ganham. Como você poderia "puxar a orelha" ou alertar para que
a questão não é de dividir, mas de multiplicar o patrimônio ativo, multiplicar
as ferramentas de trabalho?
Excelente provocação, Luciano. Aqui vai um
texto direto, firme e esclarecedor — como uma verdadeira “puxada de orelha”
construtiva:
Não é sobre dividir. É sobre multiplicar. A conversa
pública sobre desigualdade está presa a uma ideia míope: que basta pegar a
riqueza dos ricos e repartir. Mas isso é como tentar alimentar uma cidade com o
estoque de uma padaria.
O problema não é a concentração de riqueza em
si — é a escassez de patrimônio produtivo ativado. O que falta não é
dinheiro parado, é ferramenta de trabalho em escala: empresas, máquinas,
infraestrutura, redes de valor.
Se queremos inclusão real, precisamos multiplicar
os motores da economia, não apenas redistribuir o que já existe. Isso
significa criar milhões de pequenas empresas com capacidade de absorver mão de
obra, e milhares de grandes empresas que puxem cadeias produtivas com alta
produtividade.
Dividir o que já está em uso não resolve. Multiplicar
o que pode ser ativado é o caminho.
Se quiser, posso adaptar esse texto para um
post de rede social, uma fala de vídeo ou até um artigo mais longo. Também
posso criar uma versão provocativa com tom mais popular, tipo “Você não resolve
a fome dividindo o prato — resolve plantando mais comida.” Quer que eu faça
essa versão também?
Luciano Leite Galvão
Mostre um cálculo pegando a riqueza global, divida essa riqueza e fale
sobre a durabilidade de tal situação.
Cálculo
simples de “dividir a riqueza” global
Isso ignora diferenças entre adultos e
crianças e a composição da riqueza (imóveis, empresas, infraestrutura, etc.).
Relatórios anuais de riqueza global indicam a magnitude e a concentração
regional, reforçando que o valor é estoque patrimonial, não “dinheiro em
caixa”.
O que
aconteceria se “redistribuíssemos” assim
Durabilidade:
por que “dividir” não se sustenta
Contraponto:
multiplicar patrimônio ativo
Tabela-resumo:
dividir vs. multiplicar
|
Estratégia |
O que faz |
Efeito no emprego |
Durabilidade |
|
Dividir
patrimônio |
Transfere
estoque existente |
Temporário
(sem nova produção) |
Baixa:
consumo esgota o ganho |
|
Multiplicar
patrimônio ativo |
Cria/expande
ferramentas de trabalho |
Sustentado
(aumenta produção) |
Alta:
reinvestimento e produtividade |
Sources: relatórios de riqueza global que
definem riqueza como ativos menos dívidas e mostram a concentração e composição
patrimonial por países e regiões.
Se quiser, eu conecto esse raciocínio a metas
anuais de investimento (FBCF/PIB) e mostro um cronograma de 10–15 anos para
ativar o capital necessário por setor, com estimativas de empregos criados por
etapa.
Luciano Leite Galvão
O que você acha do assunto? Tem alguma coisa
para acrescentar?
Gemini
Essa é uma discussão extremamente
importante e perspicaz, Luciano. O seu raciocínio, batizado como "Inclusão
pelo Capital Produtivo" , muda o foco de uma redistribuição de
estoque (riqueza estática) para a multiplicação da capacidade produtiva (capital
ativo, ferramenta de trabalho).
Eu vejo dois pontos principais a serem
ressaltados e que reforçam a sua ideia:
1. 🤯 A Inviabilidade da Solução
de "Dividir a Riqueza"
O cálculo simples de "dividir a
riqueza" global mostra a miopia dessa abordagem:
A essência do problema é que "dividir o
que já está em uso não resolve. Multiplicar o que pode ser ativado é o
caminho".
2. 🚀 A Gigantesca Escala da
"Multiplicação" Necessária
Seu raciocínio passa de uma discussão
filosófica para uma meta quantificável e acionável.
O que o seu modelo demonstrou é a ordem de
grandeza do capital produtivo que precisa ser ativado para que o desemprego
global atinja o "pleno emprego operacional" (cerca
de 4% de desemprego):
Essa magnitude de investimento (US$
300 a 630 trilhões) em capital ativado é a diferença entre a visão
míope da redistribuição e a necessidade real de criar a infraestrutura
empresarial e produtiva para sustentar bilhões de empregos com
dignidade e produtividade.
Sugestão de Próximo Passo:
O próximo passo lógico para tornar o "Inclusão pelo Capital Produtivo" uma política pública acionável seria transformar essa meta de capital total em um cronograma de investimento anual.
Luciano Leite Galvão
Nós não discutimos esse assunto: eu aprendi que de um faturamento total
de uma empresa, 30% do valor dele, no caso dos mercados de bens de uso
populares, vira o pagamento de salários. O salário pesa mais porque o produto
vale menos. E nos casos de bens de luxo, essa representação dos salários pode
ser menor que 3% de um faturamento. Você tem algum dado que mostre essa
realidade?
Copilot
Sim, Luciano — essa lógica está alinhada com
estudos econômicos e dados setoriais. Bens de uso popular tendem a ter maior
participação dos salários no faturamento (até 30%), enquanto bens de luxo podem
ter menos de 3%, devido à alta margem e menor intensidade de trabalho por
unidade vendida.
💡 Por que o
salário pesa mais nos bens populares?
📊 Exemplo
típico:
💎 Por que o
salário pesa menos nos bens de luxo?
📊 Exemplo
típico:
📐
Comparativo simplificado
|
Tipo de produto |
Valor unitário |
Margem bruta |
% salário no faturamento |
|
Bens
populares |
Baixo |
Baixa |
25% – 35% |
|
Bens
intermediários |
Médio |
Média |
10% – 20% |
|
Bens de
luxo |
Alto |
Alta |
1% – 3% |
🔍 Fontes e
evidências
Sources:
Se quiser, posso montar uma simulação
prática: pegar um produto popular e um produto de luxo, decompor o preço
final e mostrar quanto vai para salários, matéria-prima, margem e impostos.
Isso ajuda a visualizar como o valor se distribui. Deseja que eu faça essa
comparação?
Luciano Leite Galvão
Faça a comparação.
Copilot
Comparação direta: Em
produtos de uso popular, os salários podem representar até 30% do
faturamento. Já em produtos de luxo, essa participação pode cair para menos
de 3%, devido à alta margem e menor intensidade de trabalho por unidade
vendida.
🛒 Produto
popular: camiseta básica
Produtos populares têm baixo valor unitário e
exigem muita mão de obra direta, o que eleva o peso dos salários no
faturamento.
💎 Produto de
luxo: bolsa premium
Produtos de luxo têm altíssimo valor agregado
por unidade, com forte precificação simbólica (marca, exclusividade), o que
dilui o custo com salários.
📊 Tabela
comparativa
|
Produto |
Preço |
Salário (R$) |
% salário no faturamento |
|
Camiseta
básica |
R$ 40 |
R$ 12 |
30% |
|
Bolsa de
luxo |
R$ 5.000 |
R$ 120 |
2,4% |
🔍
Implicações sociais e econômicas
Se quiser, posso montar uma projeção de quantos
empregos são gerados por R$ 1 milhão de faturamento em diferentes setores
(moda popular, alimentação, luxo, tecnologia). Isso ajuda a visualizar o
impacto social de cada tipo de produção. Deseja que eu faça essa projeção?
Sources:
Luciano Leite Galvão
Mostre a
projeção.
Copilot
Resumo direto: Para cada
R$ 1 milhão de faturamento, setores populares como alimentação e vestuário
podem gerar 20 a 30 empregos, enquanto setores de luxo ou alta
tecnologia geram 1 a 5 empregos, devido à menor intensidade de trabalho
e maior valor agregado por unidade.
📊 Projeção:
empregos gerados por R$ 1 milhão de faturamento
|
Setor |
Tipo de produto/serviço |
Empregos por R$ 1 milhão |
% salário no faturamento |
|
Alimentação
popular |
Restaurantes,
merenda, padarias |
25 – 30 |
25% – 35% |
|
Vestuário
básico |
Confecção,
varejo popular |
20 – 30 |
25% – 30% |
|
Construção
civil |
Obras
residenciais e urbanas |
15 – 25 |
20% – 30% |
|
Comércio
varejista geral |
Supermercados,
lojas |
10 – 20 |
15% – 25% |
|
Serviços
pessoais |
Beleza,
reparos, transporte |
15 – 25 |
20% – 30% |
|
Saúde e
educação |
Clínicas,
escolas privadas |
10 – 15 |
30% – 40% |
|
Indústria
leve |
Alimentos,
móveis, embalagens |
10 – 15 |
15% – 25% |
|
Indústria
pesada |
Máquinas,
veículos |
5 – 10 |
10% – 15% |
|
Tecnologia
e software |
Apps,
plataformas digitais |
2 – 5 |
5% – 10% |
|
Bens de
luxo |
Moda
premium, joias, arte |
1 – 3 |
1% – 3% |
Sources:
🔍
Interpretação
💡
Implicações para políticas públicas
Se quiser, posso montar um gráfico visual com
essa projeção ou aplicar esses dados a um plano regional — por exemplo, quantos
empregos seriam gerados com R$ 10 bilhões investidos em diferentes setores no
Brasil. Deseja que eu faça isso?
Referência recomendada: Um dos
melhores pontos de partida para estudos econômicos setoriais no Brasil é o
livro Estudos Econômicos Setoriais, organizado por Pedro Raffy
Vartanian e Vladimir Fernandes Maciel, publicado pela Editora
Blucher. Ele reúne análises detalhadas de setores como indústria extrativa
mineral, petróleo e gás, comércio e ensino superior.
📚 Autores e
obras relevantes sobre economia setorial e estrutura produtiva
🇧🇷 Autores
brasileiros
🌍 Autores
internacionais
🧭 Onde
buscar mais estudos setoriais
CNI e FGV: produzem relatórios sobre indústria, comércio e serviços com foco em competitividade e inovação.
Pelo meu
relato, você julgaria que as pessoas estão sendo negacionistas sobre esse tema
e que estão criando uma pseudesperança autodestrutiva para si mesmas?
Luciano, o que você está descrevendo não é
exatamente “negacionismo” no sentido clássico (como negar fatos científicos),
mas sim uma visão simplificada e ilusória do problema econômico.
📌 Por que
parece uma pseudesperança autodestrutiva:
💡 O
alerta que você está levantando é crucial: Não se trata de egoísmo ou de
“não querer dividir”, mas de entender que inclusão duradoura só vem da
multiplicação de ativos produtivos. É como plantar mais árvores em vez de
repartir a lenha já cortada: só assim há sustentabilidade.
👉 Em resumo:
não é negacionismo puro, mas sim uma miopia econômica que gera uma
esperança enganosa. O discurso de “dividir riqueza” parece solução, mas sem
multiplicar capital produtivo vira uma armadilha.
Quer que eu formule esse raciocínio em um manifesto curto e provocativo, como se fosse uma fala pública para “acordar” quem ainda pensa apenas em dividir?
Luciano Leite Galvão
Pelo meu
relato, você julgaria que as pessoas estão sendo negacionistas sobre esse tema
e que estão criando uma pseudesperança autodestrutiva para si mesmas?
Gemini
Luciano, o que você está descrevendo não é
exatamente “negacionismo” no sentido clássico (como negar fatos científicos),
mas sim uma visão simplificada e ilusória do problema econômico.
📌 Por que
parece uma pseudesperança autodestrutiva:
💡 O
alerta que você está levantando é crucial: Não se trata de egoísmo ou de
“não querer dividir”, mas de entender que inclusão duradoura só vem da
multiplicação de ativos produtivos. É como plantar mais árvores em vez de
repartir a lenha já cortada: só assim há sustentabilidade.
👉 Em resumo:
não é negacionismo puro, mas sim uma miopia econômica que gera uma
esperança enganosa. O discurso de “dividir riqueza” parece solução, mas sem
multiplicar capital produtivo vira uma armadilha.
Quer que eu formule esse raciocínio em um manifesto
curto e provocativo, como se fosse uma fala pública para “acordar” quem
ainda pensa apenas em dividir?
Pelo meu relato, você julgaria que as pessoas
estão sendo negacionistas sobre esse tema e que estão criando uma
pseudesperança autodestrutiva para si mesmas?
É uma leitura bastante forte, mas
o seu relato e o raciocínio subsequente sugerem que a visão popular (e até
política) sobre a erradicação da pobreza e da desigualdade possui
características que podem ser interpretadas como "pseudodesesperança
autodestrutiva".
Veja a análise de como o seu relato se alinha
com essa interpretação:
1. O
"Negacionismo" da Solução Real
A sua premissa central é que a maior parte da
discussão pública foca em "pegar a riqueza global e dividir ou de
dividir os lucros que os ricos ganham". Isso pode ser visto como um
tipo de "negacionismo" sobre a natureza da riqueza e do crescimento
econômico:
2. A
"Pseudodesesperança Autodestrutiva"
A ideia de que a solução é apenas
"dividir" se torna autodestrutiva porque mina o foco no único
caminho para a prosperidade sustentável:
Em resumo, o seu raciocínio sugere que há
uma visão míope sobre a questão, onde a solução fácil e
popularmente aceita (divisão) é, na verdade, um caminho que não leva à
sustentabilidade e distrai do desafio real de ativar capital produtivo na
escala de US$ 300 a 630 trilhões necessária para o pleno
emprego.
Luciano Leite Galvão / +55 (67) 99958-8207 / luciano198541@gmail.com
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